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    O Cristália registrou 93 patentes concedidas, um marco para a indústria farmacêutica nacional. A maior parte das novas drogas ou tecnologias patenteadas trouxe ganhos terapêuticos expressivos para os pacientes, como maior eficácia, menos efeitos colaterais, menos contraindicações, maior acesso e aumento da adesão ao tratamento. Confira todas as patentes do Cristália.

    Mais eficácia e segurança para médicos e pacientes

    Número de patentes ano a ano:

    Veja o quadro com as 93 patentes conquistadas pelo Cristália

    Com base em tecnologias que o Cristália possui patente, alguns produtos já foram lançados. Este é um exemplo de como a inovação, fruto do esforço de pesquisadores da empresa e de parceiros, pode melhorar a qualidade de vida da população com tratamentos mais seguros e eficazes.

    Veja alguns marcos de sucesso:

    Sevocris

    Sevocris é um anestésico inalatório que tem como princípio ativo o sevoflurano. O Cristália foi o segundo laboratório do mundo a desenvolver o medicamento e a maior oferta proporcionou a queda no preço do produto e maior acesso da população a um anestésico de ponta. O Cristália já obteve patente para a composição do produto na Europa, México, Japão, China, Estados Unidos e Hong Kong. Além da composição, os pesquisadores do Cristália também desenvolveram processos para obtenção de sevoflurano e de seu intermediário sevoclorano, tendo já obtido patentes para estes processos nos Estados Unidos, México, Japão, China, Índia e Hong Kong.

    Novabupi

    Novabupi é um anestésico local desenvolvido em parceria com a USP a partir da bupivacaína, que tinha efeito prolongado, porém com possibilidade de efeitos colaterais importantes, como arritmias. A invenção propôs um produto mais seguro, sem perda da sua eficácia através da alteração da proporção dos enantiômeros em relação à bupivacaína racêmica. A tecnologia relacionada ao produto obteve patente nos EUA, Europa e, recentemente, no Brasil.

    Ketamin

    Outra importante patente se refere ao processo de obtenção do fármaco S-cetamina, patenteado pelo Cristália nos Estados Unidos, Europa e Argentina. A cetamina é um anestésico endovenoso que foi desenvolvido na década de 50, composto por duas formas enantioméricas, sendo que uma delas é responsável por causar muitos efeitos adversos e por isso a cetamina não vinha mais sendo utilizada. O Cristália desenvolveu, então, o Ketamin, um produto que apresenta apenas a forma enantiomérica mais eficaz, possibilitando a redução da dose da medicação e dos efeitos adversos observados com a formulação original.

    Helleva

    Helleva é um medicamento para tratar disfunção erétil que contém como princípio ativo carbonato de lodenafila, uma pró-droga dimérica desenvolvida pelo Cristália, sendo considerado o primeiro fármaco de origem sintética desenvolvido integralmente no Brasil, desde a concepção até os estudos clínicos. O fármaco já foi patenteado nos Estados Unidos, Europa e Hong Kong.

    Alimax

    Alimax é um medicamento para o tratamento de queimaduras que tem como princípio ativo a heparina. A patente obtida nos Estados Unidos se refere a uma composição farmacêutica na forma de solução aquosa estéril que possui melhor aderência à lesão, apresentada em frascos com dispositivo aspersor que permite borrifar a dose apropriada à área da superfície afetada.

    O Cristália tem ainda em andamento o desenvolvimento de produtos que já possuem patentes concedidas em diversos países, como por exemplo o composto CRS 74 (um inibidor de protease do HIV) e o complexo imunogênico formado por antígenos vacinais encapsulados por sílica mesoporosa nanoestruturada, ambos em fases de otimização de formulações e estudos pré-clínicos.