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Polilaminina: inovação radical 100% brasileira.

* Substância em análise pela Anvisa. Ainda não é um medicamento e nem está à venda.

O que é a Polilaminina?

Lesão medular

De acordo com a OMS, mais de 15 milhões de pessoas convivem com algum tipo de lesão medular. A comunicação entre o cérebro e o restante do corpo se dá por meio dos neurônios, que caminham pela medula espinhal. Com a lesão na medula, uma parte dos neurônios, chamada de axônio, é rompida, interrompendo a transmissão dos comandos do cérebro para os demais órgãos.

A molécula

A Polilaminina é a versão polimerizada da laminina, proteína naturalmente encontrada no corpo humano. Ela é extraída da placenta de parturientes saudáveis e levada a uma planta de biotecnologia para extração, purificação e formulação do medicamento. Somente o Laboratório Cristália produz a substância.

Aplicação

A aplicação deve ser feita diretamente na lesão, na medula espinhal. Estudos indicam que a Polilaminina cria uma espécie de malha por onde os axônios podem se reconectar, reestabelecendo a transmissão de comandos entre o cérebro e o restante do corpo. A janela ótima para aplicação é em até 72 horas da lesão.

Fase atual

Em janeiro de 2026, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, ANVISA, autorizou o início do Estudo Clínico de Fase 1, que avalia a segurança da substância. Após o cumprimento dos ritos regulatórios, serão tratados 5 pacientes do Estado de São Paulo com lesão medular torácica aguda, completa, e em até 72 horas da lesão, que serão acompanhados pelo período de 6 meses.

Próximos Passos

Após a finalização do Estudo Clínico de Fase 1 e não sendo reportado efeitos adversos graves, será solicitado a aprovação para a ANVISA e então poderemos iniciar a Fase 2, que avalia a eficácia do produto em um número maior de pacientes. As condições e critérios para aplicação serão determinados pontualmente junto ao órgão regulador.

Uso Compassivo

A RDC 38/2013 da ANVISA estabelece os critérios para o uso compassivo de medicamentos em fase de teste. Diversos pacientes ingressaram com ações judiciais para acelerar a análise do órgão. No entanto, não é preciso judicializar, mas é necessário seguir os critérios pré-estabelecidos pela ANVISA e pelo Laboratório Cristália, e entrar em contato diretamente com o SAC por meio deste formulário.

UFRJ

Onde tudo começou

Tudo começou há mais de 20 anos, com a pesquisadora Profa. Dra. Tatiana Coelho Sampaio e sua equipe, na UFRJ. Em 2018, o Laboratório Cristália tomou ciência da pesquisa científica e, em 2021, firmou parceria com a UFRJ para viabilizar o desenvolvimento e produção da Polilaminina em larga escala. Até o momento foram investidos R$100 milhões no projeto.

UFRJ

Conheça as Etapas do Estudo Clínico de Fase I

O Estudo de Fase 1 será realizado no Hospital das Clínicas de São Paulo e na Santa Casa de São Paulo. Pacientes com idade entre 18 e 72 anos, com lesão medular torácica, completa e em até 72 horas da lesão poderão fazer parte do estudo.

Dúvidas frequentes

Estamos muito orgulhosos de fazer parte dessa história 100% brasileira!

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SAC
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