José Carlos Modolo, Arthur Quelhas, Dr. Ogari Pacheco, Thiago Stevanatto e Lídia Andreatta.
SÃO PAULO, 3 DE AGOSTO DE 2026 – O Laboratório Cristália
informa que assumiu hoje a operação do parque fabril antes sob gestão da
farmacêutica Takeda, localizado em Jaguariúna (SP). A aprovação para a operação
foi concedida pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). A
unidade tem foco na produção de medicamentos sólidos e já conta com Certificado
de Boas Práticas de Fabricação concedido pela Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa).
“O Cristália identificou uma oportunidade estratégica para
ampliar rapidamente sua capacidade produtiva, incorporando uma planta de padrão
internacional, já certificada, com equipe treinada e estrutura operacional
consolidada. Essa expansão fortalece nossa capacidade de atender à demanda
crescente por nossos medicamentos”, afirma Dr. Ogari Pacheco, médico e presidente
do Conselho Diretor do Cristália.
O Cristália já possui um portfólio formado por cerca de 350
medicamentos, em mais de 500 apresentações. Com a nova planta, ampliará sua
capacidade de produção. Conforme a apresentação
farmacêutica e tipo de produto, o acréscimo pode variar de 50% a 70%. “Com este
acréscimo, nos preparamos para cumprir uma de nossas missões, que é jamais
deixar que faltem nossos medicamentos para os brasileiros”, afirma Dr. Pacheco.
Com a incorporação da unidade de Jaguariúna, o Cristália
passa a contar com 11 plantas produtivas próprias no País. O quadro de
aproximadamente 300 colaboradores da planta será absorvido pelo laboratório
Cristália, assegurando continuidade operacional e preservação do conhecimento
técnico já existente na unidade.
A planta também é considerada referência em sustentabilidade,
com sistema avançado de reuso de efluentes — mais de 1.000 m³ reutilizados em
caldeiras e torres de resfriamento —, além de programas voltados à redução de
emissões, gestão de resíduos e iniciativas de eficiência energética, como a
captação e utilização de energia solar.
Por questões previstas em contrato, o valor da transação não foi
divulgado e a operação não inclui medicamentos que integram o portfólio da
Takeda.